Algumas pessoas têm fé, Outras, olhares ensimesmados. Eu sou de girassóis que é outra coisa ainda a ser descoberta.
No fim todos buscam o amor, seja em que continente for... Sozinhos em telas (...) mentais ainda sem exposição, Todas soltas por aí.
Tem gente que é pássaro Andorinha que voa, mas erra o Sul Foge do frio e de si mesma (Interjeição poética).
Cansada das desculpas verdadeiras... Espreita tensionada que veiam minhas vertigens E nesse ato simbólico revoluciono as folhas, rasgo e as palavras se soltam Que cheguem... porque habitamos a mesma casa.
Cansaço do receio alheio, das mãos que não se encontram, dos abraços não dados E dos amores não sofridos.
Solto as pipas para colorir os sonhos, Corro para encontrar os balões, e evitar meus próprios incêndios.
Sou prenuncio de tempestade Em um mundo que teme e não vive, Que anuncia e empalidece
Ralo meus joelhos porque cair é circunstância... Assim nascem as artes e o paradigma da insensatez desavisada se rompe.
Os amores saem as ruas E a andorinha reencontra seu caminho.
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