
Êxtase que me carrega e não dorme,
plenitude vestida de vertigem
Entre muros estão os concertos sentados nas calçadas,
em poças caminhadas…
por onde seus lábios passaram demorados.
Quem adormece, onde o vento aflige a sensação dos esquecidos?
Dia que não amanhece,
espelhado em olhos enternecidos pelo cansaço…
Sob a pele alva, os mortos, que acompanham os passos dos interessados em suas histórias.
Assim se esvai a seiva da árvore…
As folhas caem secas, flanam sem subterfúgios.
Uma prece ao acaso…
Pena trêmula em mãos insistentes,
de espada aguerrida
em seu olhar imponente.


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